Crítica | Madame Teia: A Teia da Desilusão

A trama se enreda em si mesma, os diálogos afundam em clichês e as atuações se perdem em meio à bagunça.

Crítica | Madame Teia: A Teia da Desilusão

Pesadelos cinematográficos: filmes que geram repulsa e descrédito. No universo dos "filmes de bonequinho", a Sony se destaca na criação de experiências cada vez piores, culminando em Madame Teia, um atentado contra a humanidade e o Aranhaverso.

Madame Teia, com sua estreia em 1980, não é uma personagem universalmente amada, mas possui potencial para tramas marcantes misturando sci-fi, fantasia e mistério.

S.J. Clarkson, experiente diretora de TV, entrega uma tapeçaria visual sem sentido e uma narrativa que se inicia e termina no vazio.O roteiro, co-assinado por Clarkson, é confuso, com saltos temporais sem propósito e personagens sem motivações claras.

O vilão Ezekiel (Tahar Rahim) surge do nada, com obsessões inexplicáveis e ações sem lógica. Diálogos risíveis e vergonhosos prejudicam o desempenho de talentos como Dakota Johnson, Adam Scott e Tahar Rahim.

A luta final é caótica, com edição incompreensível, filtro vermelho excessivo e coreografia sem emoção. As adolescentes são retratadas de forma caricatural, sem desenvolvimento real.

Momentos inicialmente promissores se perdem no absurdo e na irritação geral do filme.


Madame Teia
reforça a decadência dos "filmes de bonequinho" da Sony, com um futuro sombrio que beira a prisão perpétua para o gênero.

Mais uma franquia "Dementadora" que suga a vontade de frequentar salas de cinema.

Até quando a Sony persistirá em seu caminho de mediocridade? Existe esperança de que a equipe criativa do estúdio aprenda a fazer bons filmes de super-heróis? A resposta, meus amigos, está no próximo "atentado" que eles cometerem contra o Aranhaverso.


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